Carregando agora

 Decreto reforça controle da segurança privada no país

Governo endurece regras do setor

Nova norma define regras para empresas, profissionais e instituições financeiras, com supervisão da Polícia Federal 

O governo federal publicou um decreto que regulamenta a Lei da Segurança Privada e estabelece novas regras para o funcionamento do setor em todo o Brasil.

A medida define critérios mais rígidos para autorização, controle e fiscalização das atividades, reforçando o papel da Polícia Federal como órgão responsável pela supervisão.

Empresas precisam de autorização

De acordo com o decreto, empresas de segurança privada só poderão operar mediante autorização da Polícia Federal.

Além disso, deverão comprovar capital mínimo, origem lícita dos recursos, estrutura adequada e contratação de seguro.

Atividades regulamentadas

A norma detalha os serviços considerados de segurança privada, como vigilância patrimonial, transporte de valores, escolta armada, segurança pessoal e monitoramento eletrônico.

Cada atividade possui exigências específicas, incluindo número mínimo de profissionais, veículos padronizados e equipamentos de segurança.

Regras para profissionais

O decreto também estabelece critérios para formação e atuação dos profissionais do setor.

Vigilantes e outros trabalhadores deverão realizar cursos autorizados pela Polícia Federal, além de passar por atualizações periódicas.

O registro profissional terá validade de dois anos e exigirá apresentação de antecedentes criminais negativos.

Segurança reforçada em bancos

As instituições financeiras passam a ter exigências mais rigorosas.

Agências com circulação de valores deverão contar com plano de segurança aprovado previamente pela Polícia Federal.

Entre os requisitos estão vigilantes armados, sistemas de monitoramento e cofres com dispositivos de proteção.

Controle de armas e equipamentos

A regulamentação define regras rígidas para aquisição, transporte e armazenamento de armas, munições e coletes balísticos.

A autorização continuará centralizada na Polícia Federal, com controle sobre a origem e destino dos equipamentos.

Penalidades para irregularidades

O decreto prevê multas para quem operar serviços de segurança privada sem autorização.

Os valores variam entre R$ 1 mil e R$ 30 mil, podendo incluir apreensão e destruição de materiais utilizados de forma irregular.

Mais controle e profissionalização

Com a nova regulamentação, o governo busca ampliar o controle sobre o setor e garantir maior profissionalização das atividades.

A expectativa é aumentar a segurança dos serviços prestados e reduzir práticas irregulares no país.

Share this content:

Publicar comentário